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07-Fev-2007

E. B.  2 e 3 Arqueólogo Mário Cardoso

   ImageEsta escola, sede do agrupamento,  foi criada pela Portaria n.º 495/ 95, de 24 de Maio e começou a funcionar a 1 de Setembro de 1995.

    Fica situada a cerca de 7 Km de Guimarães e a 14 Km de Braga. Apesar da sua proximidade em relação a estas duas grandes cidades e da boa rede de transportes que a serve, fica numa confluência entre a cidade e o campo, uma zona semi-urbana, semi-rural, em que a forte presença industrial vive lado a lado com uma certa ruralidade. Na proximidade da Escola assiste-se a um contínuo “nascer” de estruturas de habitação verticais, a preços razoáveis e que levam a um acentuado aumento populacional. A Escola reflecte toda esta dinâmica, com alunos diferentes, oriundos de famílias e espaços diferentes.

 

Grande parte da população trabalha na indústria, um trabalho que exige mão-de-obra pouco especializada e com salários muito baixos. Paralelamente continua a existir uma agricultura de subsistência que dá uma ajuda ao fraco orçamento familiar.

A Vila de Ponte tem uma vasta extensão territorial e divide-se, historicamente, em 3 partes fundamentais: Ponte, Corvite e Campelos. Existem rivalidades acentuadas entre estes três núcleos, rivalidades que se perdem no tempo e que se continuam a reflectir nas novas gerações. Pela Vila e estabelecendo uma grande parte da sua fronteira, passa o Rio Ave, um rio muito poluído, hoje, mas que desempenhou um importante papel em tempos idos.

A sua excelente localização entre duas grandes cidades bem como o seu crescente Parque Industrial levaram, nos últimos anos e até hoje, a um grande aumento populacional, razões da localização dum equipamento escolar garantindo a escolaridade até ao 9º ano. Ao lado de algumas casas antigas, verdadeiras casas senhoriais de outrora, erguem-se bairros pobres, casas de emigrantes e a nova construção vertical com blocos habitacionais que dão um verdadeiro ar citadino à região.

Trata-se de uma zona industrial sujeita a oscilações económicas cíclicas originando períodos com índices de desemprego elevado. Uma estatística elaborada, anualmente, entre os nossos alunos, mostra que a percentagem de desemprego da zona é bastante superior à média nacional.

O trabalho infantil, apesar de cada vez mais camuflado, continua a existir na região. Razões de ordem económica levam a este fenómeno: é mais fácil arranjar um emprego a um jovem, ainda que em idade escolar, do que a um  adulto desempregado.

O baixo rendimento económico da maioria das famílias leva a um baixo investimento na educação, o que se pretende é que eles terminem rapidamente a idade escolar para poderem trabalhar e contribuir para o parco orçamento familiar. O trabalho oferecido na região, um trabalho em série e que não exige qualificação específica, leva a baixas expectativas em relação à ESCOLA. O triunfo do pequeno empresário sem qualquer nível de escolaridade reforça a ideia de que a ESCOLA, a educação formal, não é condição sine qua non para o sucesso no mundo do trabalho.

Razões culturais estão também na origem desta desvalorização da ESCOLA.  Quando “oferecem” o 9º ano aos seus educandos, consideram que já é suficiente, é muito mais do que aquilo a que eles tiveram acesso e que nem por isso deixaram de ser “bons pais” e “bons educadores”.

Esta Vila de Ponte, criada apenas em 1995, dispõe de poucas infra-estruturas culturais e desportivas. Não dispõe de espaços de lazer, não tem Biblioteca  nem Pavilhão Gimnodesportivo...

Existe uma forte ligação à Igreja, centro dos acontecimentos culturais da vila. O Escutismo e o Grupo Coral são movimentos coordenados pela Igreja. Um dos raros espaços “culturais” é o Salão Paroquial que, tal como o próprio nome indica, está ligado à Igreja Paroquial, outro é o Centro Cultural e Recreativo de Campelos com alguma expressão cultural.

Esta Escola, de construção recente, é um espaço moderno, claro e luminoso. É constituída por três blocos ligados entre si. O bloco central é o bloco dos serviços: secretaria, biblioteca, Conselho Executivo, reprografia, papelaria, sala dos Professores, sala dos Alunos e bar. O bloco da direita é constituído por salas de aulas normais e, no bloco da esquerda, localizam-se as salas específicas (Ciências, Educação Visual, Educação Visual e Tecnológica...) e os Laboratórios. As salas são boas, têm boa luminosidade e reúnem as  condições necessárias para a prática lectiva.

A nível do interior, o grande problema coloca-se na ocupação dos tempos livres dos alunos, principalmente nos dias de chuva. Dispõe apenas de uma pequena Sala de Alunos. A Escola dispõe de aquecimento eléctrico em toda a escola.

A construção do Pavilhão Gimnodesportivo resolveu muitos dos problemas da Escola: os alunos podem, agora, usar o campo de jogos nos intervalos e tempos livres e já não perturbam as aulas de Educação Física. O próprio Pavilhão é um espaço agradável para festas, reuniões, teatro, etc.

Existe ainda um pequeno Pinhal no interior da Escola, uma zona verde, pouco aproveitada pelos alunos. 

Ao nível de mobiliário a Escola está bem equipada com mobiliário ajustado às idades dos alunos, às disciplinas leccionadas e em número suficiente. Os laboratórios e as Salas de Tecnológica estão também bem equipadas. O material audiovisual é em número suficiente.

Aquilo que se tem adquirido nos últimos  anos não é tanto para as disciplinas específicas, mas para dar melhores condições aos alunos, nos seus tempos livres. Existem duas Salas de Informática uma com cerca de 20 computadores e outra com catorze, ligados em rede e com acesso à Internet. Ao nível da Biblioteca, efectuou-se um grande investimento no ano 2000/2001 por ter sido incluída na rede de bibliotecas escolares, indo de encontro aos desejos dos nossos alunos. Ao nível da leitura domiciliária, todos os meses se compram novos livros, incentivando os alunos à leitura e ao sonho.

Actualizado em ( 25-Fev-2007 )
 
 
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